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Doação de Órgãos, a importância da causa #AVidaContinua

Com a morte do apresentador Augusto Liberato na última semana, nos EUA, ouviu- se muito sobre a importância da doação de órgãos e a grande quantidade de pessoas que são beneficiadas com essa atitude.

 

No Brasil, para você ser doador de órgãos, você precisa deixar esta vontade expressa aos familiares em vida para que os trâmites sejam mais rápidos. A decisão sobre a doação dos órgão do paciente com morte cerebral detectada é realizado por parentes de primeiro grau, mas há muitas dúvidas ainda que o certam em um momento tão difícil.

 

O QUE PRECISO FAZER PARA SER UM DOADOR?

É preciso avisar sua família sobre seu desejo solidário de se tornar um doador após a morte. Não é necessário deixar a vontade expressa em documentos ou cartórios, basta que sua família atenda ao seu pedido e autorize a doação de órgãos e tecidos.

POSSO TER CERTEZA DO DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA?

Sim. No Brasil, o diagnóstico de morte encefálica é regulamentado por uma Resolução do Conselho Federal de Medicina, que determina serem necessários dois exames clínicos realizados por médicos diferentes e um exame complementar (gráfico, metabólico ou de imagem).

QUAIS ÓRGÃOS E TECIDOS PODEM SER OBTIDOS DE UM DOADOR FALECIDO?

Coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, valvas cardíacas, pele, ossos e tendões. Um único doador pode salvar inúmeras vidas. A retirada dos órgãos é realizada em centro cirúrgico, como qualquer outra cirurgia.

QUAIS SÃO OS TIPOS DE DOADOR?

Existem dois tipos de doadores: os vivos e os falecidos. Doador vivo é qualquer pessoa saudável e capaz, nos termos da lei, que concorde com a doação e que esteja apta a realizá-la sem prejudicar sua própria saúde. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado ou dos pulmões e medula óssea. Doador falecido é qualquer pessoa identificada cuja morte encefálica ou parada cardíaca tenham sido comprovadas e cuja família autorize a doação. O doador falecido por morte encefálica pode doar fígado, rins, pulmões, pâncreas, coração, intestino delgado e tecidos. O doador falecido por parada cardíaca pode doar tecidos: córneas, pele, ossos, tendões, vasos sanguíneos etc.

PARA QUEM VÃO OS ÓRGÃOS?

Os órgãos doados vãos para pacientes que necessitam de transplante e estão aguardando em uma lista de espera unificada e informatizada, em uma mesma base de dados. Cabe à Central Estadual de Transplantes, por meio desse sistema, gerar a lista de receptores compatíveis com o doador em questão. Se não existirem receptores compatíveis ou o estado não realizar a modalidade de transplante referente ao órgão doado, o órgão é ofertado à Central Nacional de Transplantes CNT/MS para a distribuição nacional. A posição na lista de espera é definida por critérios técnicos de compatibilidade entre doador e receptor (tais como a compatibilidade sanguínea, antropométrica, gravidade do quadro e tempo de espera em lista do receptor). Para alguns tipos de transplantes é exigida, ainda, a compatibilidade genética.

APÓS A DOAÇÃO, O CORPO DO DOADOR FICA DEFORMADO?

Não. Após a retirada dos órgãos, é feita a recomposição do corpo e o doador poderá ser velado normalmente.

 

http://portalarquivos.saude.gov.br/campanhas/doeorgaos/

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